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A casa do século 21

Em 1967, o apresentador Walter Cronkite tinha um programa no qual trazia previsões sobre como seria a vida no século 21. No episódio de 12 de março daquele ano, Cronkite mostrava como seria a casa do futuro.

Segundo ele, a casa do futuro teria equipamentos com telas nas quais você leria notícias (e as imprimiria instantaneamente, se quisesse), acompanharia o clima, suas ações no mercado ou faria videoconferêcias. Curiosamente, cada máquina realizaria apenas uma função. O conceito de multitarefa não fazia parte nem da ficção científica. Confira:




Cronkite explicou que todas essas facilidades possibilitariam ao homem moderno trabalhar de casa, ganhando muito tempo livre. E esse tempo livre seria gasto assistindo televisão 3D e ouvindo música em som estéreo. Tudo numa confortável sala com cortinas que controlariam a entrada de luz:



Na cozinha, a comida seria feita automaticamente. Os ingredientes embalados sairiam da geladeira e iriam direto para o forno de microondas onde "seriam cozinhados em segundos". Os pratos seriam moldados no momento em que a pessoa fosse comer. Quando você terminasse a refeição, não haveria louça suja. Os pratos seriam reciclados e os resíduos destruídos. Veja:



O canal do YouTube de Matt Novak, o Paleofuture, costuma publicar vários vídeos "futuristas" ou de previsões futurísticas de tempos atrás.

Empresas da Internet em estilo retrô

Como seriam as grandes empresas da internet do início do século XXI se tivessem sido inventadas na década de 1950.







YouTube e a Revolução Digital


O YouTube é atualmente um dos sites mais acessados do mundo, e o pioneiro em popularizar o compartilhamento de vídeos pela internet. Seu enorme sucesso levantou a discussão sobre a atuação das mídias interativas no ambiente on-line. 


O livro "YouTube e a revolução digital" apresenta as formas com que essa ferramenta está sendo utilizada, tanto pelo público, como pela indústria, e como isso está relacionado às transformações culturais e sociais. Os autores fazem um estudo detalhado do debate público que envolve o site, demonstrando a sua importância nas disputas por autoridade e controle no ambiente das novas mídias.


Título: YouTube e a revolução digital
Autores: Jean Burgess e Joshua Green
Editora: Aleph
Valor: R$49,90

O Culto do Amador


É a celebração do amadorismo. Qualquer um, por mais mal-informado que seja, pode publicar um blog, postar um vídeo no YouTube ou alterar um verbete na Wikipédia. O autor Andrew Keen acredita que esse anonimato da web põe em dúvida a confiabilidade da informação. E a distinção entre especialista e amador torna-se cada vez mais ambígua. A pirataria digital já devastou a multibilionária indústria fonográfica e ameaça a indústria do cinema e a do livro. Oferecendo soluções concretas que permitiriam frear a atmosfera inconsequente e narcisista da web, O culto do amador é um alerta dirigido a cada um de nós. Suas críticas podem ser radicais e polêmicas, mas levantam uma discussão extremamente necessária. 
Para ver o vídeo com a entrevista de Andrew Keen à Globo News, clique aqui.


Título: O Culto do Amador - Como blogs, MySpace, YouTube e a pirataria digital estão destruindo nossa economia, cultura e valores
Autor: Andrew Keen
Editora: Zahar
Valor: R$ 42,00